O ano do macaco
Não há nenhuma intenção minha em fazer ciência com este argumento. Trata-se tão somente de um sentimento destes que chegam e somem, mas deixam como que um perfume.
2004 foi o bicho. Matar 3 leões por dia, pagar mico, virar girafa, ficar uma fera... pois é, 2004.
George Bush, América do norte, eu artesão. Contrapontos. Contrafogos.
O homem travado, a mulher perdida, a sexualidade envolta em panos e vontades incontidas e desditas, o amor escasso, a solidariedade confundida com compromisso, a tal da responsabilidade social, palavras tolas nas mãos de agentes financeiros.
A mentira, a verdade escondida, a falta de franqueza em todos os setores da sociedade. O fim da sociedade, um novo contrato prometido e ignorado. A longa estrada, o fim, talvez. O bicho. (a continuar)
Escrito por papai noel às 17h45
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